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  1. Unidade recebeu a primeira paciente na quinta-feira (2), uma idosa do município de Queimadas. Hospital de Clínicas de Campina Grande começa a receber pacientes, nesta sexta-feira (3) TV Cabo Branco/Reprodução O Hospital de Clínicas de Campina Grande está aberto desde a quarta-feira (1º), mas somente na quinta (2) recebeu a primeira paciente contaminada com o novo coronavírus, uma idosa do município de Queimadas, no Agreste da Paraíba. Nesta sexta-feira (3) pela manhã, mais dois pedidos de transferências foram feitos, das cidades de Esperança e Queimadas. O Governo da Paraíba criou a unidade voltada para casos de Covid-19, com 113 leitos, sendo 3 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), que fazem parte do Plano de Contingência da Paraíba, com um investimento de R$ 24 milhões. O controle de leitos no Hospital de Clínicas é feito em conjunto com ala de Covid-19 montada dentro do Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, de Campina Grande. A transferência dos pacientes é feito por meio das Unidades de Pronto Atendimento (UPA), com ajuda do Centro de Regulação Estadual Hospitalar (CERH), exclusivo para os casos de Covid-19. Quando um paciente busca atendimento na UPA, é avaliado se ele precisa de internação, então a unidade pode solicitar uma vaga através da Centro de Regulação e o paciente pode ser transferido para o Hospital de Clínicas. O centro funciona 24 horas por dia na Secretaria de Saúde do Estado e é exclusivo para atender, regular e transferir pessoas em estado grave, que precisam de internação. Hospital das Clínicas de Campina Grande recebe pacientes

  2. Parlamentar exerceu a função por três mandatos. Ele estava internado em um hospital localizado em João Pessoa, quando não resistiu e faleceu na quinta-feira (2). Vereador de Alagoa Grande, na PB, José Ribeiro Agra Filho morre por Covid-19 aos 56 anos CMAG/Divulgação O vereador de Alagoa Grande, José Ribeiro Agra Filho, morreu aos 56 anos por Covid-19, na quinta-feira (2). Ele estava internado em um hospital de João Pessoa quando faleceu. A informação foi confirmada pela secretaria de saúde do município, localizado no Agreste da Paraíba nesta sexta-feira (3). Deda Ribeiro, como era popularmente conhecido, foi vereador por três mandatos entre os anos de 2005 e 2008; 2013 e 2016; e 2017 e 2020. Entre os anos de 2013 e 2014 exerceu a função de presidente da Câmara Municipal de Alagoa Grande (CMAG). Saiba o que fazer se apresentar sintomas de contaminação na Paraíba Curva de contágio: evolução de casos confirmados, mortes, gráficos e dados Como ficam os serviços na Paraíba após medidas para conter a pandemia O vereador deixou a esposa e dois filhos. Em nota, a CMAG lamentou pela morte do parlamentar e estendeu as condolências para a família dele. “Deixa como legado uma belíssima trajetória marcada pelo incansável trabalho em defesa dos mais humildes, como também gozava da amizade e o respeito de todos que fazem o Poder Legislativo”, destacou o texto. O corpo de Deda Ribeiro foi sepultado ainda na quinta-feira (2), em um cemitério de Alagoa Grande.

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  5. Projetos são das áreas de engenharia e robótica. Evento aconteceu entre os dias 26 e 28 de junho e reuniu cerca de 300 projetos finalistas. Câmpus do IFPB, em Catolé do Rocha IFPB/Divulgação Dois projetos desenvolvidos por alunos do Instituto Federal da Paraíba no campus de Catolé do Rocha, no Sertão do estado, foram premiados na Feira Brasileira de Jovens Cientistas (FBJC). Os estudantes que receberam prêmios são do curso técnico integrado em edificações. O evento aconteceu de forma totalmente virtual. A feira foi realizada entre os dias 26 e 28 de junho e reuniu cerca de 300 projetos finalistas, com pesquisas científicas de diversas áreas, desenvolvidas por professores e estudantes de todo o país. Ao final da FBJC, o projeto "Desenvolvimento de pHmetro com plataforma arduino para deficientes visuais" foi premiado em terceiro lugar na área de engenharia. O trabalho foi desenvolvido pelas estudantes Letícia Bezerra Sousa Diniz, Ana Beatriz Almeida e Hillary Diniz Saldanha; por Alexsandro Trindade, que é coorientador e Tainá Souza, orientadora do trabalho. A iniciativa também conquistou o segundo lugar no prêmio de excelência em inovação do Innovolab. Alunos do IFPB têm projetos premiados em feira nacional e online para jovens cientistas IFPB/Divulgação De acordo com a professora Tainá Souza, a ideia do projeto surgiu da necessidade de diminuir algumas limitações observadas por alunos com cegueira ou baixa visão. Ela explicou que associando a química e a informática, o equipamento foi programado para expressar o pH de uma substância por meio de um sinal sonoro, permitindo uma maior inclusão dos alunos nas aulas. O outro projeto premiado foi a “Proposta de desenvolvimento de laboratório para ensino de robótica com arduino" que ficou em terceiro lugar no prêmio de excelência em inovação do Innovolab. O trabalho foi desenvolvido pelos alunos Gabriel Soares da Costa, Edna Dayara Aristides de Lima e Radymilla Cristiano Camilo; além do orientador Alexsandro Trindade Sales da Silva e do coorientador José de Arimatéia. De acordo com Alexsandro Trindade, a ideia foi criar um kit de robótica com menor custo em relação aos que já existem, mais compacto e também mais fácil de transportar.

  6. Dados foram divulgados pelo Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação de João Pessoa (SEHA-JP). Setor de hospedagem e alimentação registrou mais de mil demissões, em João Pessoa Felipe Gesteira/Secom-JP O setor de hospedagem e alimentação de João Pessoa registrou mais de mil demissões e queda superior a 80% no faturamento durante a pandemia, de acordo com o Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação de João Pessoa (SEHA-JP). Atualmente entre os serviços que não devem funcionar de acordo com os decretos municipal e estadual, o setor de hospedagem e alimentação tem sofrido redução de faturamento e funcionários. Segundo o presidente do SEHA-JP, Graco Parente, algumas empresas já foram fechadas. "Cerca de 20% das empresas do segmento em João Pessoa já encerraram suas atividades e pelos nossos estudos mais 30%, principalmente bares e restaurantes, não conseguirão sobreviver no cenário atual quando reabrirem as portas”, afirmou. Ainda de acordo o SEHA-JP, os estabelecimentos estão se preparando para o retorno com os cuidados e adaptações necessários para combater o contágio do Covid-19, mas ainda não há previsão para a reabertura.
  7. Homem teria forçado mulher a manter relações sexuais, sob ameaça, após término do casamento. Prisão aconteceu em Sebastião de Lagoa da Roça. Um homem de 37 anos foi preso suspeito de estupro contra ex-esposa, que aconteceu na cidade de Esperança, na Paraíba, em 2017. A prisão aconteceu na tarde de quinta-feira (2), em Sebastião de Lagoa da Roça, e o criminoso encaminhado para a cadeia pública de Esperança. Segundo informações da Polícia Civil, o homem forçou a vítima, de 35 anos, a manter relações sexuais, sob ameaça, após o término do casamento. O suspeito foi localizado em São Sebastião de Lagoa da Roça, após investigações pelo Grupo Tático Especial (GTE) da 12ª Delegacia Seccional de Esperança, e detido em cumprimento a mandado de prisão.

  8. Plano foi suspenso no último dia 30 junho, após o ajuizamento de uma ação civil pública pelo Ministério Público da Paraíba para impedir a abertura de mais 83 lojas de um shopping. Justiça nega pedido de prefeitura e mantém suspenso o plano de flexibilização em Cabedelo, PB Arte: Diogo Almeida/G1 O juiz João Batista Barbosa negou o pedido feito pelo município de Cabedelo, na Grande João Pessoa, para flexibilizar a retomada de atividades comerciais a partir do dia 1º de julho. A decisão mantém suspenso o decreto que cria um plano que torna menos rígido o isolamento social na cidade. À TV Cabo Branco, a assessoria de comunicação da prefeitura de Cabedelo informou que vai consultar o procurador do município para emitir um posicionamento oficial sobre a decisão judicial. Justiça determina que Cabedelo suspenda plano de flexibilização A flexibilização das atividades foi suspensa no último dia 30 junho, após o ajuizamento de uma ação civil pública pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para impedir a abertura de mais 83 lojas de um shopping, localizado entre Cabedelo e João Pessoa. O descumprimento da decisão pode acarretar à Prefeitura de Cabedelo uma pena diária de R$ 100 mil. No pedido de liminar apresentado antes do prazo de 15 dias determinado pela Justiça, o município alegou que os leitos do hospital municipal destinado para pacientes com Covid-19 não estavam ocupados e que os pacientes em estado grave podem ser transferidos para unidades de referência para o tratamento do novo coronavírus na Grande João Pessoa. Para o juiz que analisou a solicitação, flexibilizar o isolamento social na cidade contraria as medidas propostas pelo ‘Plano Novo Normal PB’, elaborado pelo governo do estado, que sinaliza a situação de cada um dos 223 municípios paraibanos durante a pandemia de Covid-19. De acordo com o plano, Cabedelo se enquadra na bandeira laranja que permite apenas a prática de atividades consideradas como essenciais. Plano de flexibilização de Cabedelo O protocolo de flexibilização de Cabedelo determinava a abertura gradativa do comércio a partir da última segunda-feira (29). De acordo com o prefeito Vitor Hugo (DEM), todo o comércio varejista iria começar a funcionar com 50% da capacidade, enquanto que o atacadista, com 70%. Segundo o gestor, deveria haver limitação para a entrada dos consumidores nos estabelecimentos, de acordo com o tamanho da loja. Os protocolos para a flexibilização da atividade econômica no município foram publicados no site da prefeitura e trazem também regras para bares e restaurantes, que também estavam liberados para funcionar com 30% da capacidade. Salões de beleza e academias de ginástica poderiam funcionar com atendimento agendado. No vídeo postado por Vitor Hugo, ele justificou a medida de flexibilização com o argumento de que a cidade já atingiu a estabilidade em relação aos contágios. Segundo ele, o município já apresenta redução nos casos e não foram registradas mortes nos últimos 15 dias. O gestor também falou sobre a construção civil, que já está funcionando com 100% da capacidade, e que 80% dos moradores da cidade que tiveram a doença estão recuperados. À TV Cabo Branco, a assessoria de comunicação de Cabedelo informou que vai consultar o procurador do município para emitir um posicionamento oficial sobre a decisão judicial. A flexibilização das atividades foi suspensa no último dia 30 junho, após o ajuizamento de uma ação civil pública pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para impedir a abertura de mais 83 lojas de um shopping, localizado entre Cabedelo e João Pessoa. O descumprimento da decisão pode acarretar à Prefeitura de Cabedelo uma pena diária de R$ 100 mil. No pedido de liminar apresentado antes do prazo de 15 dias determinado pela Justiça, o município alegou que os leitos do hospital municipal destinado para pacientes com Covid-19 não estavam ocupados e que os pacientes em estado grave podem ser transferidos para unidades de referência para o tratamento do novo coronavírus na Grande João Pessoa. Para o juiz que analisou a solicitação, flexibilizar o isolamento social na cidade contraria as medidas propostas pelo ‘Plano Novo Normal PB’, elaborado pelo governo do estado, que mostra sinaliza sobre a situação de cada um dos 223 municípios paraibanos durante a pandemia de Covid-19. De acordo com o plano, Cabedelo se enquadra na bandeira laranja que permite apenas a prática de atividades consideradas como essenciais.

  9. Pesquisa feita pelo Sebrae mostrou também que 91% dos pequenos empreendedores tiveram queda no rendimento entre maio e junho. 2,7% dos pequenos empreendedores fecharam a empresa durante a pandemia na Paraíba. Sérgio Oliveira/EPTV Metade dos empreendedores paraibanos que fecharam os negócios durante a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus disseram que pretendem abrir uma outra empresa no futuro, segundo uma pesquisa feita pelo Sebrae Paraíba divulgada nesta sexta-feira (3). O estudo foi feito em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e ouviu 78 pessoas donas de pequenos negócios entre 29 de maio e 2 de junho, na Paraíba. De acordo com a quarta edição do levantamento “O Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios”, 48,7% dos empresários paraibanos mudaram a forma de funcionamento do negócio durante a crise. Outros 45,2% interromperam o funcionamento temporariamente, enquanto 4,1% decidiram não mudar a forma de negócio e 2,7% fecharam a empresa de vez. Entre os empresários que fecharam o negócio, todos informaram que o apoio financeiro por parte do governo poderia ter ajudado a empresa a não fechar. Metade disse que pretende abrir outra empresa no futuro enquanto que os outros 50% pretendem criar um negócio informal após a pandemia. Conforme a pesquisa, 93,1% das empresas que continuaram a funcionar falaram que o faturamento mensal caiu, em uma redução média de 67%. As empresas que conseguiram aumentar o faturamento representam apenas 2,9% dos entrevistados e o aumento médio foi de 105%, o maior do país. Mais de 70% dos empreendedores que aumentaram o faturamento atribuem a expansão nas vendas após passarem a vender diretamente para o cliente final e também de forma online. Cerca de 64% dos entrevistados falaram que o aumento se deu por vender produtos ou serviços favorecidos pela pandemia, enquanto que 35,4% dos empresários disseram ter expandido os negócios por vender serviços ou produtos considerados essenciais.

  10. Paraíba tem 50.765 casos confirmados e 1.062 mortes por coronavírus. São 1.229 casos e 18 mortes confirmadas nesta sexta-feira (3). Paraíba tem 50.765 casos confirmados e 1.062 mortes por coronavírus Francisco França/Secom-PB A Paraíba tem 50.765 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta sexta-feira (3). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 1.062 no estado desde o início da pandemia. Já são 218 cidades da Paraíba com casos registrados da doença. Foram registradas mais 18 mortes em decorrência do coronavírus desde o último boletim: Homem de 76 anos, sem histórico de doenças informado, residente em Alagoa Grande. Homem de 43 anos, hipertenso, residente em Campina Grande. Homem de 74 anos, ex-fumante, residente em Campina Grande. Mulher de 90 anos, sem histórico de doenças informado, residente em Campina Grande. Mulher de 89 anos, sem histórico de doenças informado, residente em Campina Grande. Homem de 69 anos, sem histórico de doenças informado, residente em Campina Grande. Homem de 80 anos, cardiopata, residente em Campina Grande. Mulher de 20 anos, com leucemia, residente em Campina Grande. Homem de 80 anos, sem histórico de doenças informado, residente em Capim. Mulher de 77 anos, diabética e cardiopata, residente em Capim. Mulher de 77 anos, cardiopata e com doença respiratória, residente em João Pessoa. Mulher de 73 anos, cardiopata, residente em João Pessoa. Homem de 36 anos, fumantente, residente em João Pessoa. Homem de 57 anos, diabético e cardiopata, residente em Lagoa Seca. Homem de 30 anos, sem histórico de doenças informado, residente em Mamanguape. Mulher de 82 anos, sem histórico de doenças informado, residente em Mamanguape. Mulher de 92 anos, sem histórico de doenças informado, residente em Mamanguape. Mulher de 19 anos, com paralisia cerebral, residente em Santa Luzia. A ocupação de leitos de UTI em todo o estado é de 62%. Na região metropolitana de João Pessoa, 70% dos leitos de UTI para adultos estão ocupados. Em Campina Grande, o mesmo setor tem taxa de 64%. No sertão, 54% dos leitos de UTI estão ocupados. Nas últimas 24 horas, apenas 54% da população seguiu a recomendação de isolamento social no estado. De acordo com a SES, pelo menos 144.872 testes para detecção do novo coronavírus foram realizados em pacientes na Paraíba, desde o início da pandemia. Boletim do coronavírus na Paraíba: 50.765 casos confirmados 1.062 mortes 52.476 casos descartados 16.971 recuperados Casos confirmados de Covid-19 em 218 cidades da PB Saiba o que fazer se apresentar sintomas de contaminação na Paraíba Curva de contágio: evolução de casos confirmados, mortes, gráficos e dados Como ficam os serviços na Paraíba após medidas para conter a pandemia

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