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  1. Serão vacinados quem já está no período de reforçar a imunização com doses de CoronaVac e AstraZeneca. Vacinação em João Pessoa foca na segunda dose PMJP/Divulgação A campanha de imunização contra a Covid-19 da Prefeitura de João Pessoa se concentra nesta sexta-feira (18) na aplicação da segunda dose dos imunizantes da AstraZeneca (para quem tomou a primeira dose há 90 dias) e CoronaVac (para quem tomou a segunda dose há mais de 28 dias). A aplicação da AstraZeneca acontecerá no Mangabeira Shopping e na Universidade Federal da Paraíba. Já a aplicação da CoronaVac acontece no Lyceu Paraibano. Em ambos os casos, a imunização acontece das 8h às 12h. Agendamento e documentação A Secretaria Municipal de Saúde alerta que as pessoas deverão agendar previamente sua vacinação através do aplicativo Vacina João Pessoa ou pelo site da PMJP. Com isso, o cidadão assegura ser vacinado no local indicado. A documentação necessária para quem vai tomar a segunda dose é apenas o cartão de vacinação e documento oficial com foto. Transporte gratuito As pessoas que necessitarem de deslocamento de um bairro a outro para tomar a vacina podem utilizar os serviços gratuitos dos aplicativos 99 e Uber, em parceria com a Prefeitura de João Pessoa e com o Governo do Estado respectivamente. Para garantir o acesso ao serviço da 99, o cidadão que usar a plataforma deverá acessar o aplicativo, na categoria 99 Pop, e inserir o código promocional "Promocodes", destinado exclusivamente ao transporte até os pontos de vacinação em João Pessoa. O código que deverá ser inserido no aplicativo Uber é o “vacinapb” e cada usuário só pode inseri-lo uma vez, garantindo a gratuidade para as duas viagens, que devem chegar até R$ 25 cada. Solidariedade Os postos de vacinação também estão abertos para receber as doações de alimentos não perecíveis. Após a arrecadação, eles serão distribuídos com instituições de caridade e famílias necessitadas, atingidas pelos efeitos da pandemia. A arrecadação e a distribuição integram uma iniciativa conjunta da Prefeitura de João Pessoa e do Governo do Estado. Pontos de vacinação - sexta-feira (18) Segunda dose de CoronaVac – para quem completou 28 dias da 1ª dose Lyceu Paraibano, Centro (pedestre) Segunda dose de AstraZeneca – para quem completou 90 dias da 1ª dose UFPB, acesso pelo HU (drive thru) Mangabeira Shopping (drive thru e pedestre) Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

  2. Flávio José e Santanna são atrações confirmadas no tributo feito a Dominguinhos nesta quinta. Programação de lives do São João de Campina Grande 2021 é divulgada Emanuel Tadeu/Medow Foi divulgada nesta quinta-feira (17) parte da programação de lives do São João 2021 de Campina Grande. Os shows musicais fazem parte de inciativas pública e privada (veja datas e atrações abaixo). 17 de junho Tributo a Dominginhos: ‘Super live’ vai ter duração de oito horas e contar com pelo menos 40 artistas. As participações de Flávio José e Santanna estão confirmadas durante o tributo a Dominguinhos. A apresentação está prevista para começar às 18h e vai ser transmitida pelo canal do Youtube do São João de Campina Grande. Mano Walter: O cantor Mano Walter é a atração principal de uma live realizada por uma rede de supermercados. O show vai ser assistido pelo canal do Youtube do estabelecimento. 18 de junho Concurso da Corte Junina: No Concurso Corte Junina serão eleitos Rainha do Milho, Casal de Noivos e Casal Matuto. A competição vai ser transmitida pelo canal da prefeitura, às 19h. 19 de junho Wesley Safadão e Juliette: A live de Wesley Safadão com a participação de Juliette Freire vai ser realizada, às 19h, no canal do Youtube do cantor. Circuito Mundial de Lives: Kátia Cilene, Sirano e Sirino, Raniery Gomes, Niedson Lua e Goevanne Gomes, às 19h, no canal do Youtube do São João de Campina Grande. 20 de junho Live zabumba no lá no forró de Zé Bezerra, às 19h, no canal do Youtube da Prefeitura de Campina Grande. 21 de junho Live zabumba no lá no forró de Zé Lagoa, às 19h, no canal do Youtube da Prefeitura de Campina Grande. 23 de junho Circuito Mundial de Lives: Elba Ramalho e Juliette, às 19h, no canal do Youtube do São João de Campina Grande. 24, 26 e 29 de junho Circuito Mundial de Lives: As atrações para estes dias ainda não foram divulgadas. Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

  3. Darcileide Gomes, de 53 anos e Juan Victor Gomes, de 32 anos, são de Sumé, no Cariri paraibano, e estavam internados no Hospital de Clínicas de Campina Grande. Mãe e filho recebem alta hospitalar juntos após ficarem internados com Covid-19, em Campina Grande Divulgação/Secretaria de Estado da Saúde (SES) da Paraíba Mãe e filho que estavam internados no Hospital de Clínicas, em Campina Grande, receberam alta na quarta-feira (16) após se recuperarem da Covid-19. Segundo a unidade, em um dia 10 pacientes recuperados de coronavírus saíram do hospital. Casos de coronavírus na Paraíba em 17 de junho de 2021 Darcileide Gomes, de 53 anos, e Juan Victor Gomes, de 32 anos, são de Sumé, no Cariri paraibano. Eles estavam internados na unidade, após se recuperarem, saíram de mãos dadas e emocionados agradeceram pela família. “Nós só temos que agradecer a Deus e a vocês (profissionais de saúde) que foram anjos nas nossas vidas e são anjos nas vidas de tantos outros que já passaram por aqui ou que ainda estão precisando dos cuidados de vocês. Muito obrigada”, declarou Darcileide. Na UTI, cinco pacientes que estavam em estado grave evoluíram o quadro de saúde e estão na enfermaria. A equipe também registrou duas extubações e nenhuma morte por coronavírus nesta quinta (17), somando 1.200 altas médicas. “Resultados assim nos enchem o coração de alegria, porque aqui recebemos pacientes muito graves, e quando conseguimos devolvê-los para suas famílias é a certeza de que estamos no caminho certo,” afirmou o diretor-geral do Hospital de Clínicas, Jhony Bezerra. Em toda a Paraíba, 74% dos leitos de UTI estão ocupados e 368.578 casos e 8.269 mortes por Covid-19 já foram confirmadas, segundo o último boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

  4. Nova linha 229 fará trajeto entre bairros de Mangabeira, Cidade Verde e Rangel. Linha 229 fará trajeto entre bairros de Mangabeira, Cidade Verde e Rangel Semob-JP/Divulgação Uma nova linha de ônibus vai passar a circular em João Pessoa, a partir do próximo sábado (19). A linha 229 fará trajeto entre bairros de Mangabeira, Cidade Verde e Rangel. Além da nova implantação, as linhas 210 e 515 serão alteradas e passarão a ter os códigos 5210 e 2515, respectivamente. As mudanças foram confirmadas pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), nesta quinta-feira (17). De acordo com a Semob, a nova linha de ônibus será iniciada no Terminal do Conjunto Patrícia Tomaz, no bairro Cidade Verde, seguindo por Mangabeira, na Rua José Marcondes da Silva, Detran-PB, e Avenida Hilton Souto Maior, para o Rangel e Centro, até o Terminal de Integração do Varadouro. No retorno, fará o trajeto inverso. A linha 210, que saía de Mangabeira e fazia o percurso de ida e volta pelo Rangel, se tornará 5210 e vai operar de forma circular, iniciando pela Epitácio e retornando pelo corredor 2 de Fevereiro, no Rangel. Já a linha 515, que saía de Mangabeira e fazia o percurso de ida e volta pela Epitácio, se tornará 2515, e vai operar de forma circular, iniciando pelo corredor 2 de Fevereiro, no Rangel, e retornando pela Epitácio. Com as mudanças, a 5210, antes 210, deixará de passar pelo Terminal de Integração do Varadouro. Como a 2515, antes 515, já não passava, a Semob decidiu alterar o itinerário da linha 303 Mangabeira/Pedro II, que antes retornava da Lagoa e agora atenderá os usuários de Mangabeira, até o Terminal de Integração do Varadouro. Já os passageiros do Rangel devem utilizar outras linhas que operam no corredor 2 de Fevereiro. Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

  5. Paraíba tem 368.578 casos confirmados e 8.269 mortes por coronavírus. São 2.457 casos e 32 mortes confirmadas no boletim desta quinta-feira (17). Número de caos registrados nesta quinta é o maior desde o começo da pandemia Secom-PB/Divulgação A Paraíba tem 368.578 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta quinta-feira (17). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 8.269 no estado desde o início da pandemia. São 2.457 novos casos e mais 32 mortes na última atualização. Todos os 223 municípios paraibanos registraram casos da doença e 219 cidades registraram óbitos. Veja em que estados as mortes por Covid-19 estão subindo, em estabilidade ou em queda Dos 32 óbitos, 16 aconteceram nas últimas 24 horas. Os pacientes eram 20 homens e 12 mulheres, com idades entre 27 e 86 anos. A diabetes foi a comorbidade mais frequente e 14 não tinham comorbidades. As mortes aconteceram nos municípios de Boa Vista (1), Brejo dos Santos (1), Cabedelo (1), Campina Grande (3), Catingueira (2), Coremas (1), Desterro (1), Itabaiana (1), João Pessoa (6), Joarez Távora (1), Lucena (1), Monteiro (2), Natuba (1), Patos (5), Princesa Isabel (1), Riachão do Poço (1), Santa Rita (1), Sousa (1) e Triunfo (1). A ocupação de leitos de UTI em todo o estado é de 74%. Na região metropolitana de João Pessoa, 70% dos leitos de UTI para adultos estão ocupados. Em Campina Grande, o mesmo setor tem taxa de 77%. No Sertão, 91% dos leitos de UTI estão ocupados. De acordo com a SES, pelo menos 1.002.781 testes para detecção do novo coronavírus foram realizados em pacientes na Paraíba, desde o início da pandemia. Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 1.538.203 doses. Até o momento, 1.065.302 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 472.901 com a segunda dose da vacina. A Paraíba já distribuiu um total de 1.849.448 doses de vacina aos municípios. Boletim do coronavírus na Paraíba 368.578 casos 8.269 mortes 242.820 recuperados 223 cidades com casos confirmados 219 cidades com mortes registradas Casos e mortes confirmadas de Covid-19 na Paraíba Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

  6. Eduardo dos Santos Pereira foi condenado a 108 anos de prisão por ser o mentor do estupro coletivo que resultou na morte de duas mulheres. Ele fugiu do PB1 em novembro. Eduardo dos Santos Pereira foi condenado a 108 anos de prisão pela barbárie de Queimadas Francisco França/Jornal da Paraíba/Arquivo O mentor da Barbárie de Queimadas, Eduardo dos Santos Pereira, continua foragido sete meses depois de fugir da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes de João Pessoa, conhecida como PB1. Ele foi condenado a 108 anos de prisão por ser o mentor do estupro coletivo que resultou na morte de duas mulheres, mas fugiu pela porta lateral que dá acesso ao almoxarifado do presídio, na noite do dia 17 de novembro. A Polícia Civil disse ao G1 que tem uma informação de que o foragido não se encontra mais na Paraíba, porém não pode repassar mais detalhes. Em nota, afirma que trata-se de um caso delicado, mas a Polícia Civil segue com as investigações, aplicando os métodos cabíveis para o caso. Segundo o secretário executivo da Administração Penitenciária, João Paulo Barros, um vídeo do momento da fuga de Eduardo foi anexado ao inquérito policial do caso. Um procedimento interno foi aberto para averiguar a conduta dos policiais que estavam trabalhando no momento em que a fuga aconteceu e, ainda conforme o secretário, continua em andamento, aguardando o andamento das investigações. Conforme informações do secretário, fornecidas ao G1 em janeiro, quatro policiais penais que faziam a segurança do setor foram encaminhados à Central de Polícia na mesma noite da fuga para prestar esclarecimentos. De acordo com o delegado geral da Polícia Civil, Isaías Gualberto, um deles foi autuado por facilitação culposa e, em seguida, liberado. Segundo a Polícia Civil, a facilitação culposa "é porque ele [o policial] não teve a intenção, não foi uma ação planejada, mas como estava de serviço deveria ter sido mais atento". Izabella Monteiro e Michelle Domingues morreram após estupro coletivo em Queimadas Arquivo Pessoal A Barbárie de Queimadas O crime aconteceu em 2012, na cidade de Queimadas, no Agreste da Paraíba. Cinco mulheres foram estupradas durante uma festa de aniversário e duas delas - a professora Isabela Pajuçara e a recepcionista Michelle Domingos - foram assassinadas porque teriam reconhecido os agressores. Elas estavam em uma festa de aniversário em uma casa com dez homens. Conforme as investigações da Polícia Civil e a denúncia feita pelo Ministério Público da Paraíba, os estupros foram planejados pelos irmãos Luciano e Eduardo dos Santos Pereira, que teriam chamado amigos para abusar sexualmente das mulheres convidadas para a festa de aniversário de Luciano. Segundo informações contidas no processo, o estupro coletivo seria um “presente” para o aniversariante. Seis homens - Luciano dos Santos Pereira, Fernando de França Silva Júnior, Jacó Sousa, Luan Barbosa Cassimiro, José Jardel Sousa Araújo e Diego Rêgo Domingues - foram condenados pelos crimes de cárcere privado, formação de quadrilha e estupro e cumprem penas entre 26 a 44 anos de prisão em regime fechado no presídio de Segurança Máxima PB1, em João Pessoa. Três adolescentes também foram julgados e sentenciados a cumprir medidas socioeducativas no Lar do Garoto. Eduardo Santos, apontado como o mentor do crime, foi o último dos envolvidos no crime a ser julgado. Em setembro de 2014, ele foi considerado culpado por dois homicídios, formação de quadrilha, cárcere privado, corrupção de menores e porte ilegal de arma, além de cinco estupros. Por estes crimes, ele foi condenado a 106 anos e 4 meses de reclusão. Além disso, ele recebeu uma pena de 1 ano e 10 meses de detenção pelo crime de lesão corporal de um dos adolescentes envolvidos no crime. 4 grandes caçadas a criminosos Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

  7. Levantamento divulgado nesta quinta-feira (17) tem como base dados da Receita Federal no estado. Pelo menos 26% dos pequenos negócios fecham após cinco anos de funcionamento na PB, diz Sebrae Rede Amazônica Cerca de 26% dos pequenos negócios paraibanos fecham as portas após cinco anos de funcionamento, segundo uma pesquisa divulgada pelo Sebrae nesta quinta-feira (17). O estudo se baseia em dados da Receita Federal. O Sebrae verificou a taxa de mortalidade dos pequenos negócios, analisando, no final de 2020, dados de empresas criadas entre os anos de 2015 e 2019. A partir das datas da criação e baixa dos CNPJs no período, a pesquisa verificou que após cinco anos completos é o que registra a maior taxa de mortalidade no estado. Depois de cinco anos, 26% dos pequenos negócios fecham. A maior taxa de mortalidade verificada no estado (24%) é das empresas que possuem quatro anos de funcionamento, já a taxa de mortalidade verificada em empresas com três anos de existência no estado é de 21%. Empresas com dois e um ano de funcionamento possuem taxas de mortalidades medidas, respectivamente, em 17% e 11%. “O período de cinco anos se torna o limite suportável para a maior parte das empresas às condições adversas do mercado. Além disso, a falta de experiência, capacitação técnica e de uma visão mais completa de mercado acabam se tornando os fatores mais comuns para o fechamento do negócio”, explicou a gerente da Unidade de Gestão Estratégica e Monitoramento do Sebrae Paraíba, Ivani Costa. Em contrapartida, os dados também mostram que 69% dos empreendedores de pequenos negócios entrevistados possuíam alguma experiência ou conhecimento anterior sobre o segmento em que atuam, enquanto 31% não tinham base de informação. Após a abertura do negócio, pelo menos um dos sócios da empresa já havia feito algum curso para melhorar o nível de conhecimento sobre a administração de um negócio, 57% responderam que não, frente à 43% que afirmaram ter tido alguma capacitação. "O Sebrae sempre recomenda um planejamento mínimo, com busca de informações sobre o ramo de atividade em que irá empreender. Além disso, saber informações do perfil de cada cliente, dos fornecedores e concorrentes é essencial para um início mais estável. Por fim, também é importante lembrar que a capacitação empreendedora é fundamental para aumentar as chances de sucesso no negócio”, concluiu Ivani Costa. Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

  8. Posto de saúde no bairro Colinas do Sul foi arrombado, depredado e teve dois ventiladores furtados. Suspeitos quebram portas e roubam ventiladores de USF em João Pessoa A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oceania foi invadida por dois homens que renderam acompanhantes de pacientes e roubaram os celulares deles, na madrugada desta quinta-feira (17). A ação foi flagrada por câmeras do circuito de segurança do local. As imagens mostram o momento em que um dos suspeitos ainda vai até um filtro e bebe água antes de ir embora. As UPAs de João Pessoa atendem casos apenas de pessoas com suspeita ou casos confirmados de Covid-19. A polícia analisa os vídeos para tentar identificar os assaltantes. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de João Pessoa disse que a unidade também conta com o apoio da Guarda Municipal, mas não durante a madrugada. Por isso, avalia a possibilidade da contratação de segurança privada. Já no bairro Colinas do Sul, um Posto de Saúde da Família (PSF) foi arrombado, teve vidraças quebradas, assim como outros materiais depredados e dois ventiladores furtados. A Polícia Militar informou que esse tipo de ação não é incomum. Dupla invade UPA e rouba celulares de acompanha antes de pacientes, em João Pessoa TV Cabo Branco/Reprodução Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

  9. Pesquisa considerou 10 estabelecimentos para a pesquisa dos produtos coco seco, massa de mandioca, massa de tapioca, castanha e rapadura. Preço do coco seco varia até 100% em João Pessoa Felipe Gesteira Os preços dos principais ingredientes utilizados para as comidas juninas podem variar até 100%, em João Pessoa, segundo uma pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), divulgada nesta quinta-feira (17). O levantamento considerou 10 boxes de 4 mercados públicos da cidade, para comparar os valores do coco seco, da massa de mandioca e tapioca, da castanha e rapadura. Preço de 'mão de milho' tem variação de R$ 15 em João Pessoa, diz Procon De acordo com a pesquisa, a economia, para quem pretende comprar esses produtos em grande quantidade, pode ser favorável devido às diferenças nos preços. A unidade do coco seco, por exemplo, está com uma variação de 100%, e diferença de R$ 1,50, com preços entre R$ 1,50, encontrado no Mercado Central, e R$ 3, nos mercados do Bairro dos Estados e da Torre. A massa de mandioca, que pode ser usada para bolos e beiju, pode ter o quilo encontrado por R$ 4,50, no Mercado Central, e R$ 7 em Mangabeira, na Torre ou no Bairro dos Estados. Uma diferença de R$ 2,50 e variação 55,56%. Já a massa para tapioca, considerada um dos produtos que não podem faltar durante as festas juninas, está com o preço do quilo uniformizado em R$ 5, nos mercados da Torre, Bairro dos Estados e Mangabeira. Outro ingrediente utilizado em receitas de nossa comida típica, a castanha de caju, está com o quilo oscilando entre R$ 46, encontrado no mercado do Bairro dos Estados, e R$ 48 no mercado de Mangabeira, uma diferença de R$ 2. Por fim, a pesquisa encontrou 600g de rapadura com preços entre R$ 5 e R$ 6, no bairro dos Estados e Torre, uma diferença de R$ 1. Rapadura Via Brasil VÍDEOS: tudo sobre o São João 2021 na Paraíba

  10. Polícia suspeita de um latrocínio porque a moto da vítima não foi encontrada no local. Arma do crime foi deixada cravada no corpo do homem. Aposentado é encontrado morto em casa com golpes de faca no pescoço, em Campina Grande TV Paraíba/Reprodução Um homem de 61 anos foi encontrado morto, nesta quinta-feira (17), dentro da casa onde morava, no bairro Presidente Médici, em Campina Grande. Segundo a Polícia Militar, a vítima foi morta com pelos menos oito golpes de faca. O homem, identificado como José Marques Pereira Costa, era um agente sanitarista aposentado. Ele morava sozinho. Marquinhos, como era mais conhecido, costumava conversar com a vizinhança todos os dias. Mas havia sido visto pela última vez na última terça-feira (15). Uma vizinha, que tinha as chaves da casa da vítima para casos de emergência, estranhou o sumiço de José Marques e foi até a residência dele, onde o encontrou ferido na sala de jantar. Ainda de acordo com a PM, a faca utilizada no crime foi deixada alojada no pescoço da vítima. A polícia suspeita de um latrocínio, que é um roubo seguido de morte, porque a moto de Marquinhos não foi encontrada no local. Imagens gravadas pelas câmeras de segurança da rua em que a vítima morava vão ser analisadas para ajudar a solucionar o crime. Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

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